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A Agência Nacional de Aviação Civil informou que investiga se um dos helicópteros envolvidos na colisão registrada no domingo, 14 de junho, no Rio de Janeiro, realizava transporte aéreo clandestino. As duas aeronaves se chocaram e caíram nos arredores da Avenida das Américas, na altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste da capital fluminense. As seis pessoas que estavam a bordo morreram.
Segundo a Anac, a apuração envolve especificamente a aeronave de prefixo PP-MAC. Em nota, a agência informou que recebeu, em 2025, uma denúncia de transporte aéreo clandestino relacionada ao helicóptero. O órgão também comunicou que houve autuação por recusa de informações à Anac e que, na sequência da apuração, a aeronave foi incluída em uma lista de monitoramento da unidade de fiscalização presencial.
Ainda de acordo com a agência reguladora, entre 2025 e 2026 foram fiscalizadas 43 aeronaves e 47 tripulantes em nove aeródromos da cidade do Rio de Janeiro. Nessas ações de fiscalização, porém, o helicóptero de prefixo PP-MAC não foi localizado. A informação reforça a linha de investigação sobre a regularidade da operação da aeronave e as circunstâncias que antecederam o acidente.
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59 de domingo. Conforme os bombeiros, as aeronaves caíram no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos e provocaram um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. A queda mobilizou equipes de emergência e provocou grande repercussão pela gravidade da ocorrência.
A Polícia Civil também investiga a colisão entre os helicópteros. A perícia foi realizada, e os agentes aguardam o laudo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, ligado ao Comando da Aeronáutica. O documento deverá apontar elementos técnicos sobre as causas do acidente e contribuir para esclarecer as responsabilidades no caso.























