
O vereador Bruno Zancheta (Republicanos) voltou a cobrar a ampliação da oferta de leitos psiquiátricos na rede pública de saúde. Segundo o parlamentar, a saúde mental precisa ser tratada como prioridade, diante do crescimento da demanda por atendimento especializado e da dificuldade enfrentada por pacientes e familiares para conseguir internação quando necessário.
A manifestação ocorre em razão de relatos de munícipes que aguardam por longos períodos em unidades de pronto atendimento ou hospitais gerais à espera de uma vaga adequada para tratamento especializado. Para Zancheta, a situação exige medidas concretas do Poder Público para fortalecer a estrutura de atendimento em saúde mental no município e na região.
O vereador afirmou que a reivindicação não é recente e que tem sido defendida de forma permanente ao longo de seu mandato. Em diversas oportunidades, segundo ele, foram apresentados requerimentos e manifestações públicas solicitando ao Poder Executivo e aos órgãos competentes a ampliação da rede de atendimento.
“O fortalecimento da saúde mental é prioridade. Muitas famílias vivem momentos de desespero sem conseguir um leito quando mais precisam. Essa é uma cobrança que faço desde o início do meu mandato e continuarei insistindo até que a população tenha um atendimento digno, humanizado e com a estrutura necessária”, afirmou Bruno Zancheta.
Para o parlamentar, investir em leitos psiquiátricos significa não apenas ampliar a capacidade de atendimento, mas também oferecer acolhimento, preservar vidas e garantir que os pacientes recebam tratamento adequado no momento certo. A medida, segundo ele, pode contribuir para reduzir o agravamento dos quadros clínicos e oferecer mais segurança às famílias.
Zancheta reforçou ainda que a saúde mental é um dos maiores desafios da saúde pública na atualidade e que a ampliação da rede especializada deve estar entre as prioridades das políticas públicas. “Precisamos de uma rede preparada para cuidar das pessoas. Investir em saúde mental é investir na prevenção e na qualidade de vida da população. Continuarei acompanhando essa situação”, concluiu.
A cobrança recoloca em debate a necessidade de ampliar a estrutura pública de atendimento em saúde mental, com foco em acolhimento, tratamento adequado e suporte às famílias que dependem da rede pública em momentos de maior vulnerabilidade.






















