Uma moradora de Ibaté caiu em golpe aplicado por uma empresa que prometia a “limpeza do nome” junto aos órgãos de proteção ao crédito. Após pagar R$ 800,00 em parcelas mensais, a vítima continua com o nome negativado e com protestos em cartório — e os golpistas pararam de responder.
O contato foi feito em outubro de 2024, via aplicativo de mensagens. A empresa ofereceu a regularização dos débitos por R$ 1.600,00, divididos em entrada e parcelas mensais, com promessa de conclusão do serviço em até 35 dias. Confiando na proposta, a vítima começou a pagar entre janeiro e abril de 2026, por Pix e boletos bancários, totalizando R$ 800,00 desembolsados.
O serviço nunca foi prestado. O nome segue sujo, os protestos em cartório continuam e a empresa, quando responde, diz apenas que o processo está “em andamento” — sem apresentar nenhum resultado concreto. Com parcelas cobradas até agosto de 2026, a vítima resolveu ir à polícia antes de perder ainda mais dinheiro.
O boletim de ocorrência foi lavrado em Ibaté nesta quinta-feira, 14 de maio, com comprovantes de pagamento e boletos anexados. A polícia investiga o caso.





















