A Prefeitura de São Carlos iniciou uma ação integrada entre as secretarias municipais de Educação e de Saúde com o objetivo de fortalecer a busca ativa de estudantes da Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). A iniciativa é voltada a pessoas que ainda não concluíram a escolarização básica e busca ampliar o acesso à modalidade no município.
Coordenada pela Secretaria Municipal de Educação (SME), por meio da Seção de Educação de Jovens, Adultos e Idosos, a ação conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e será desenvolvida nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A proposta é utilizar os espaços de atendimento à população para identificar, orientar e convidar jovens, adultos e idosos a retomarem os estudos.
A estratégia recebeu o nome de “Telefone Humano da EJA” e consiste em uma dinâmica de mobilização e sensibilização direta, com abordagem personalizada e diálogo próximo com a comunidade. A intenção é levar informações sobre a oferta da EJA até os territórios onde as pessoas vivem e acessam serviços públicos, facilitando o ingresso e a permanência na escola.

De acordo com a chefe da Seção de EJA e articuladora do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo, professora doutora Maria Alice Zacharias, a articulação intersetorial amplia o alcance da política pública e fortalece a garantia do direito à educação ao longo da vida.
A iniciativa reforça o compromisso do município com a educação inclusiva e com a superação do analfabetismo, reconhecendo a EJA como política estratégica para o desenvolvimento social e econômico da cidade.
O vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, destacou que a união entre as pastas representa um gesto de responsabilidade social.
“A educação é um direito que não tem prazo de validade. Quando unimos forças com a Secretaria de Saúde, estamos dizendo à população que a escola está aberta e pronta para acolher todos aqueles que, por diferentes motivos, não puderam concluir seus estudos no tempo regular. A busca ativa é um gesto de cuidado e de responsabilidade social. Queremos que cada jovem, adulto ou idoso saiba que sempre é tempo de aprender e transformar sua própria história por meio da educação”, afirmou.
















