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“São Carlos por Elas” mobiliza autoridades e sociedade contra violência doméstica e feminicídio

Mobilização realizada na Praça Coronel Salles destacou a necessidade de políticas públicas, conscientização social e maior aplicação das leis para proteger as mulheres
Redação 8 de março de 2026
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Fotos e reportagem: Paulo Mello / Região em Destake

A cidade de São Carlos realizou neste domingo (8), Dia Internacional da Mulher, o ato público “São Carlos Por Elas”, na Praça Coronel Salles, ao lado da Câmara Municipal. A mobilização reuniu autoridades, representantes de instituições, lideranças comunitárias e moradores em um movimento de conscientização e enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio.

A iniciativa foi organizada pela Câmara Municipal de São Carlos, com apoio da Prefeitura e participação de entidades da sociedade civil. O objetivo foi ampliar o debate sobre a violência de gênero e reforçar a necessidade de políticas públicas e mobilização social para proteger as mulheres.

A abertura do evento foi marcada por um momento simbólico de respeito às tradições cívicas da cidade. Maria Butcher e André de Souza interpretaram o Hino Nacional Brasileiro e o Hino de São Carlos, dando início oficial às atividades.

Outro destaque do evento foi a presença de tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras). A participação de intérprete garantiu que pessoas surdas pudessem acompanhar integralmente todas as falas e atividades realizadas durante o ato público. A iniciativa reforçou o compromisso com acessibilidade, inclusão e respeito à diversidade, assegurando que a comunicação fosse compreendida por todos os presentes.

Entre as autoridades presentes estiveram as vereadoras Raquel Auxiliadora (PT), Fernanda Castelano (PSOL) e Larissa Castelano (PCdoB), além dos vereadores Bruno Zancheta (Republicanos), Bira Teixeira (PODEMOS), Thiago de Jesus (MDB), Edson Ferraz (MDB), Lineu Navarro (PT), Dé Alvim (Solidariedade) e André Rabelo (PSDB). Também participaram o prefeito Netto Donato (PP), acompanhado da primeira-dama Herica Ricci Donato, e o vice-prefeito Roselei Françoso (MDB).

O evento contou ainda com a presença do presidente da Câmara Municipal, vereador Lucão Fernandes (PP); da presidente da OAB São Carlos, Dra. Andréa Valdevite; da presidente da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), Ivone Zanquim; da delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Dra. Denise Szakal; além de representantes das forças de segurança, como a cabo Valéria, da Polícia Militar de São Carlos, e a guarda municipal feminina Cibele, integrante da Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal de São Carlos.

Dados nacionais reforçam a gravidade do problema. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registra mais de 1.400 feminicídios por ano, além de cerca de 74 mil casos de estupro. Especialistas alertam que muitos episódios de violência sequer chegam a ser denunciados, o que torna o cenário ainda mais preocupante.

Protagonismo da Câmara Municipal

O presidente da Câmara Municipal, Lucão Fernandes, foi um dos principais articuladores do evento e destacou a importância de mobilizar a sociedade para enfrentar o problema. “É uma emoção muito grande poder promover, junto com os vereadores, um ato tão importante. A ideia é abrir espaço para que representantes da sociedade, do setor de segurança e da comunidade possam falar e se posicionar contra qualquer tipo de violência”, afirmou.

Lucão ressaltou que o movimento não deve se limitar a um evento isolado, mas sim iniciar um processo contínuo de conscientização. “Quem precisa mudar esse cenário somos nós, homens. Precisamos nos posicionar contra qualquer forma de agressão e trabalhar para construir uma cultura de respeito. A Câmara também pretende ampliar esse debate com lideranças e escolas, para que possamos formar novas gerações com valores diferentes”, destacou.

O presidente do Legislativo também ressaltou que o combate à violência exige mobilização permanente da sociedade. “Não podemos tratar esse assunto apenas em datas específicas. Precisamos falar disso o ano inteiro e envolver famílias, escolas e instituições para reduzir esses índices e proteger as mulheres.”

Participação do poder público

O prefeito Netto Donato também participou do ato e destacou que o poder público precisa estar presente em iniciativas de conscientização e proteção às mulheres. “É necessário que o poder público esteja presente nesses momentos. O que temos visto no Brasil e no mundo é algo absurdo, com crimes graves contra as mulheres. A Prefeitura está aqui para marcar posição e reforçar que trabalhamos todos os dias para melhorar a vida das mulheres da nossa cidade”, afirmou.

Segundo o prefeito, São Carlos possui estruturas específicas para atender vítimas de violência, incluindo atuação da Guarda Municipal e da Patrulha Maria da Penha. “Hoje temos um grupo especializado na Guarda Municipal e diversos serviços sociais para acolher essas mulheres. O ideal é investir na prevenção, para que elas possam viver com segurança e construir a sociedade junto com todos nós”, disse.

A primeira-dama Herica Ricci Donato também destacou a importância de incentivar as denúncias e fortalecer a autonomia feminina. “É importante mostrar que nós mulheres estamos atentas e damos importância a esse tema. Precisamos incentivar as denúncias para melhorar essa situação que infelizmente vem crescendo no Brasil”, afirmou.

Ela ressaltou ainda o papel do Fundo Social de Solidariedade no fortalecimento da independência financeira das mulheres. “Muitas mulheres permanecem em situações difíceis por preocupação com a renda familiar. O Fundo Social trabalha com capacitação e cursos que ajudam essas mulheres a conquistar autonomia e gerar renda para elas e seus filhos.”

Entidades e sociedade civil

A mobilização contou também com a participação de entidades e instituições da sociedade civil. A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Subseção São Carlos, Dra. Andréa Valdevite, afirmou que o combate à violência doméstica exige união de toda a sociedade. “A OAB é um órgão de grande representatividade e entende que toda a sociedade precisa se reunir no combate à violência doméstica e ao feminicídio. As mulheres precisam ser respeitadas e essa é uma tarefa diária”, afirmou.

Segundo ela, embora o Brasil possua legislações avançadas, ainda faltam políticas públicas mais efetivas para reduzir os índices de violência. “A Lei Maria da Penha é uma das melhores leis de combate à violência doméstica. O que falta muitas vezes são políticas públicas que garantam sua efetiva aplicação e proteção às vítimas.”

Representando o setor empresarial, a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, elogiou a iniciativa da Câmara Municipal e destacou que a data deve ser um momento de reflexão e responsabilidade. “Presidente Lucão Fernandes, receba meus cumprimentos por mobilizar São Carlos para dizer, com clareza e firmeza: basta de violência doméstica e basta de feminicídio”, afirmou.

Segundo ela, a mobilização ajuda a colocar o tema no centro das decisões públicas. “No Dia Internacional da Mulher não podemos nos limitar a homenagens. É uma data de consciência. Quando o poder público chama a sociedade para o debate, ele tira o problema da sombra e coloca onde ele precisa estar: no centro das decisões.”

Ivone também destacou o papel das mulheres na economia e na sociedade. “Todos os dias vemos mulheres que trabalham, empreendem, sustentam famílias e movimentam a economia. Essas mulheres precisam ter o direito básico de viver sem medo. Segurança não é privilégio, é um dever do Estado e um compromisso de toda a comunidade.”

A vereadora Raquel Auxiliadora, que atua há anos na defesa dos direitos das mulheres, destacou a importância da responsabilização social no enfrentamento à violência. “É muito importante ver homens dizendo que não vão cometer violência e que não vão passar pano para amigos ou familiares que pratiquem agressões. Essa mudança de postura é fundamental para termos uma sociedade mais justa e tranquila.”

Ela também afirmou que o combate à violência exige ações conjuntas da sociedade. “Não existe uma solução única. É necessário um conjunto de medidas que vão da educação nas escolas ao funcionamento eficiente do sistema de justiça, passando pela denúncia e pelo acolhimento das vítimas.”

Mobilização e conscientização

A expectativa dos organizadores é que o ato marque o início de novas iniciativas de conscientização e enfrentamento à violência de gênero em São Carlos.

A mobilização reforçou a importância da denúncia, da aplicação efetiva das leis e da construção de uma cultura de respeito, para que todas as mulheres possam viver livres de medo e de violência.

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