
A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta sexta-feira, 17 de julho, uma nova etapa das ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti. Com o auxílio de drones, a operação alcançou 43 pontos considerados de risco em seis áreas da cidade, com o objetivo de prevenir a dengue, a chikungunya, a zika e a febre amarela.
Os locais vistoriados estão nos bairros Eduardo Abdelnur, Ipê Mirim, Zavaglia, Antenor Garcia, Cidade Aracy, Presidente Collor, Residencial Vida Nova São Carlos, Jardins Monte Carlo, Madre Cabrini e Gonzaga, além de partes do Pacaembu e do Cruzeiro do Sul. A maior parte dos pontos identificados corresponde a piscinas sem os cuidados necessários, além de caixas d’água destampadas.
A diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, afirmou que o uso da tecnologia permite identificar e tratar áreas críticas com maior rapidez e precisão. “Podemos utilizar os drones para o lançamento de pastilhas sólidas de cloro em caixas d’água abertas, piscinas sem tratamento e terrenos com acúmulo de materiais inservíveis, fortalecendo, dessa forma, as ações de prevenção contra as arboviroses”, disse.
O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, destacou que os drones complementam o trabalho realizado pelos agentes de endemias. Segundo ele, a participação dos moradores continua sendo essencial para impedir a formação de criadouros dentro das residências e em outros imóveis.
“Os drones ampliam nossa capacidade de atuação, mas o apoio dos moradores continua sendo fundamental. É essencial que cada cidadão cuide de seus espaços, evitando água parada. A união entre inovação tecnológica e responsabilidade coletiva é o que garante resultados mais eficazes”, afirmou o secretário.
Em 2026, São Carlos registrou 393 casos confirmados de dengue, sem mortes até o momento. Também foram descartados 165 casos suspeitos de chikungunya e 154 de zika, enquanto não houve notificações de febre amarela. A operação com drones reforça as medidas de vigilância, mas a eliminação frequente de recipientes com água parada permanece indispensável para proteger a população.


























