
Moradores de diversos bairros de Ibaté enviaram e-mails para a nossa redação, reclamando da escuridão em algumas ruas e Avenidas da cidade.
Além das lâmpadas queimadas da iluminação pública, eles reclamam da cobrança de taxas de iluminação. “A taxa de contribuição vem na conta de energia elétrica e o serviço tem sido fornecido de forma precária”, contou um morador do Jardim Mariana.
A moradora do Domingos Valério contou que perdeu a conta das vezes que entrou em contato com o 0800 da CPFL e, até o momento, sua rua continua no escuro. “Eles passam um numero de protocolo, pede pra gente anotar, mas não realiza o serviço. A gente liga de novo e eles pedem pra esperar, dizendo que o serviço está no cronograma deles”, afirmou.
Em 2015, a 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) deu provimento ao recurso interposto pela Prefeitura de Ibaté, na Vara Única do Foro Distrital de Ibaté, para que a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) continue dando manutenção na iluminação da cidade, apesar da resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Assim que a Prefeitura foi notificada pela CPFL sobre a transferência dos ativos de iluminação pública e responsabilidade pelas despesas de manutenção, devido à resolução normativa da ANEEL nº 414/2010, alterada pela de nº 479/2012, a administração alegou que a cobrança de despesas de manutenção, conservação e melhorias da iluminação pública seria de responsabilidade da empresa, que tem a intenção de transferila compulsoriamente para o município.
A Prefeitura acredita que, mesmo com base na resolução da ANEEL, o órgão tem a função apenas de regular e fiscalizar a produção, transmissão e comercialização de energia elétrica. A relação jurídica entre a autarquia federal e a CPFL não pode atingir terceiros, no caso o município.
A Justiça deu provimento ao recurso da Prefeitura, cancelando o ofício encaminhado pela CPFL ao município, com isso, a concessionária continua com a obrigação de deixar em ordem a iluminação da cidade de Ibaté.
A atual administração municipal também é contra a transferência compulsória de todos os ativos de iluminação pública, tais como, lâmpada, luminária, reator, relé fotoelétrico, condutores, fiação, braço e seus acessórios de fixação ao poste, cuja manutenção, conservação, melhoria e ampliação eram de responsabilidade da concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica no município.
E tbm tem a questão das ARVORES!
Elas estão grandes demais, os galhos passam dos fios, oque piora ainda mais a iluminação das ruas.
Eu paguei uma taxa de 10,00 na prefeitura a 4 meses atras e até hoje ninguem apareceu e nem si quer justificava eles dão…
Isso é um DESCASO, FALTA DE COMPROMETIMENTO COM A POPULAÇÃO! Querer dinheiro eles querem mais solucionar o problema nãoo…
Por 2 vezes tinha homens escondidos na arvore, falei com o Horacio e nada.
Fui no Almoxerifado e nada.
E assim, agente vai vivendo quem sabe um dia eles decidem corta a porcaria da ARVORE.