A Patrulha SP Mulher Segura atua de forma ostensiva e preventiva no acompanhamento de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher Foto: Divulgação/Governo de São Paulo
A Patrulha SP Mulher Segura, da Polícia Militar, prendeu nesta terça-feira, 16 de junho, um homem de 28 anos suspeito de violência doméstica e estupro na Zona Sul da capital paulista. Ele havia fugido após a vítima registrar boletim de ocorrência, mas foi localizado por equipes da viatura lilás durante patrulhamento.
Segundo as informações da ocorrência, a vítima, de 37 anos, acionou a Polícia Militar pela manhã e foi conduzida ao 37º Distrito Policial, onde registrou boletim contra o companheiro. Após o registro, o suspeito deixou o local.
Horas depois, a mulher voltou a acionar o telefone 190, relatando que o suspeito havia feito ameaças por ligação. Com base nas informações repassadas, uma equipe da Patrulha SP Mulher Segura iniciou buscas pela região.
Durante o patrulhamento pela Rua Carolina Rosati, os policiais encontraram o suspeito, que foi preso em flagrante. O caso foi registrado no 89º Distrito Policial, no Jardim Taboão, como violência doméstica, lesão corporal, ameaça e estupro.
A Patrulha SP Mulher Segura atua de forma ostensiva e preventiva no acompanhamento de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher. O serviço tem foco em casos atendidos pela Cabine Lilás e em acionamentos do botão do pânico do aplicativo SP Mulher Segura.
De acordo com o Governo do Estado, o objetivo da iniciativa é monitorar situações de risco que nem sempre resultam imediatamente em boletim de ocorrência, mas que podem evoluir para episódios mais graves. As equipes também fazem o mapeamento de áreas e ocorrências recorrentes, ampliando a presença policial e a rede de proteção às vítimas.
Para a implantação da estrutura, o Governo de São Paulo entregou 25 novas viaturas destinadas exclusivamente à iniciativa. Os veículos foram distribuídos pela Polícia Militar conforme os indicadores e as demandas de cada região, com previsão de ampliação até o fim do ano.
A prisão reforça a importância de canais de denúncia e de resposta rápida em casos de violência contra a mulher, especialmente em situações de ameaça ou risco de reincidência.
Agência SP

























