Prefeitura de São Carlos certifica 54 famílias nos programas ACT e Famílias Fortes

A Prefeitura de São Carlos certificou 54 famílias que concluíram o segundo ciclo de 2026 dos programas ACT — Para Educar Crianças em Ambientes Seguros e Famílias Fortes. A cerimônia foi realizada na noite de quarta-feira, 8 de julho, após quase dois meses de atividades semanais voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e à criação de ambientes mais seguros para crianças e adolescentes.
A solenidade reuniu o secretário municipal das Famílias, Felipe Victor Martins Neves; o secretário adjunto da pasta, Felipe Fausto; a secretária municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci; o vereador André Rebello; o vereador de Itirapina, Gabriel Rebello; o diretor do Programa ACT, Alan Carlos de Oliveira; e a diretora do Programa Famílias Fortes, Luciana Garavello.
Ao todo, foram formadas dez turmas em locais escolhidos para facilitar a participação de famílias que vivem em regiões consideradas mais vulneráveis da cidade. As atividades ofereceram orientações, ferramentas práticas e espaços de diálogo sobre educação, convivência, proteção e desenvolvimento de crianças e adolescentes.
O Programa ACT é baseado em evidências científicas e busca fortalecer as habilidades parentais, incentivar práticas educativas positivas e promover ambientes familiares mais seguros e acolhedores para crianças de 0 a 8 anos. Neste segundo ciclo de 2026, 38 famílias concluíram a formação.
O programa atendeu participantes vinculados aos CEMEIs Antônio de Lourdes Rondon, Carminda Nogueira de Castro, Helena Dornfeld, Monsenhor Alcindo Siqueira, Octávio de Moura, professora Maria Lúcia Aparecida Marrara, professora Marli de Fátima Alves e professora Regina Aparecida Lima Melchiades.
Outras 16 famílias receberam certificados pelo Programa Famílias Fortes, realizado na Escola CAIC e na Associação de Amigos São Pedro Julião Eymard (ASPE). A metodologia é reconhecida internacionalmente e recomendada pelas Nações Unidas para fortalecer vínculos e prevenir comportamentos de risco entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.




















O secretário municipal das Famílias afirmou que os dois programas alcançaram mais de 260 pessoas de diferentes regiões de São Carlos. Segundo ele, as atividades oferecem recursos para melhorar a convivência familiar e prevenir situações de violência e negligência.
“Estamos concluindo o segundo ciclo dos programas de parentalidade realizados pela Prefeitura de São Carlos. O Famílias Fortes atende famílias com crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, enquanto o ACT é voltado para famílias com crianças de 0 a 8 anos”, explicou Felipe Victor Martins Neves.
“Hoje certificamos 54 famílias, reunindo mais de 260 pessoas de diversas regiões da cidade. Ao longo dos encontros, essas famílias receberam orientações e ferramentas para transformar seus lares em ambientes mais seguros, acolhedores e favoráveis ao desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, fortalecendo os vínculos familiares e prevenindo situações de violência e negligência”, acrescentou.
A secretária municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci, destacou que a integração entre as políticas públicas amplia os resultados das iniciativas.
“Fortalecer as famílias é fortalecer toda a rede de proteção social. Quando oferecemos conhecimento, acolhimento e espaços de diálogo, contribuímos para o desenvolvimento saudável das crianças e dos adolescentes e também para o bem-estar de toda a família”, afirmou.
Segundo Gisele, a atuação conjunta das secretarias demonstra a importância de políticas públicas preventivas para a promoção da cidadania e da qualidade de vida.
O vereador André Rebello ressaltou que o fortalecimento das relações dentro de casa pode contribuir para a prevenção de problemas sociais. “Esses programas mostram que a prevenção começa dentro de casa. Quando os pais aprendem a dialogar, acolher e acompanhar o desenvolvimento dos filhos, diminuem os riscos de envolvimento com a violência, com as drogas e outros problemas sociais”, declarou.
A conclusão das turmas amplia o alcance das políticas municipais de proteção à infância e à adolescência, oferecendo às famílias instrumentos para aprimorar a convivência, o diálogo e o acompanhamento do desenvolvimento dos filhos.










